CSG COMPARTILHA EM PODCAST OS DESAFIOS E RESULTADOS DO FREE FLOW
A CSG consolidou o modelo de pedágio eletrônico free flow no RS com planejamento estratégico, gestão de riscos e inovação responsável, tornando-se referência nacional em concessões rodoviárias.
E É SÓ NOTÍCIA BOA!
Durante participação em podcast, o diretor-presidente Ricardo Peres apresentou, de forma transparente e estratégica, os bastidores da implantação do sistema free flow no Rio Grande do Sul. Na conversa, ele explicou como a CSG estruturou um modelo de concessão que hoje é reconhecido como referência nacional e internacional em inovação rodoviária, resultado de planejamento técnico consistente e visão de longo prazo.
Peres destacou que a decisão de adotar o pedágio eletrônico sem cancelas não foi simplesmente tecnológica. O projeto nasceu de uma análise sistêmica rigorosa, que avaliou fatores macro — como aspectos regulatórios, econômicos e sociais do Estado — e fatores micro, relacionados à operação diária das rodovias, ao fluxo de veículos e à experiência direta do usuário. A inovação, segundo ele, foi tratada como instrumento de eficiência, sustentabilidade e modernização da infraestrutura, e não como um fim isolado.
Os fundadores Amadeu Greca e Beto Silva foram lembrados como os idealizadores da visão disruptiva que deu origem ao modelo. A proposta rompeu com o formato tradicional de praças físicas e apostou em uma solução mais fluida, alinhada às práticas internacionais de mobilidade e às demandas contemporâneas por agilidade e tecnologia.
No podcast, também foram abordados os desafios enfrentados durante a implantação. O principal deles foi a incerteza na arrecadação, considerada o “coração” da concessão, já que a tarifa de pedágio é o que viabiliza financeiramente as obras, a manutenção das rodovias e o cumprimento das obrigações contratuais. Qualquer risco na coleta poderia comprometer a sustentabilidade do projeto. Superar essa etapa exigiu gestão de riscos bem estruturada, modelagem financeira cuidadosa e acompanhamento permanente dos indicadores.
Além dos aspectos financeiros, houve uma importante transformação cultural. Implementar um modelo inovador demandou formar uma equipe altamente alinhada ao propósito estratégico, com coragem para enfrentar incertezas e agilidade para ajustar processos ao longo da implantação. A transparência na execução foi determinante para consolidar a confiança dos usuários e dos órgãos reguladores, fortalecendo a governança do projeto.
O reconhecimento alcançado pela CSG como benchmark demonstra que a inovação em infraestrutura precisa estar ancorada em três pilares fundamentais: visão estratégica clara, pessoas capacitadas e execução precisa. A experiência relatada no podcast reforça que grandes transformações não acontecem apenas com tecnologia, mas com planejamento consistente e responsabilidade na gestão.
Saiba Mais:
Galeria de Fotos